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Lucía Martiño is back! (Test)
One of the most inspiring surfers returns with renewed energy, experience, and motivation. We’re beyond happy to have her with us again. Welcome back, Lucía!Read more about...
Como começou a tua ligação ao surf?
Acho que começou muito antes de entrar numa prancha. Cresci perto do mar, por isso fazia parte da rotina. Passava horas na praia a ver surfistas e havia qualquer coisa naquele estilo de vida que me despertava curiosidade. Quando finalmente experimentei, percebi que não era só um desporto. Era uma forma completamente diferente de viver o tempo. Desde aí, fui voltando cada vez mais, até deixar de imaginar a minha vida sem o oceano.
O que te faz voltar ao mar, mesmo quando as condições não são perfeitas?
Nem todas as sessões são memoráveis, mas todas acrescentam alguma coisa. Às vezes apanhas boas ondas, outras vezes passas uma hora a remar sem grande resultado. Mesmo assim, sais da água sempre com a cabeça mais leve. O surf ensinou-me que nem tudo precisa de ser perfeito para valer a pena, e isso acabou por passar também para a vida fora de água.
Which brand values do you feel most aligned with as an athlete?
O mar sempre fez parte da minha vida. Cresci perto da costa e, desde pequeno, habituado a passar mais tempo descalço na areia do que em qualquer outro sítio. Antes de aprender a surfar, já passava horas a observar as ondas, a tentar perceber o oceano e a imaginar como seria fazer parte daquele cenário. Quando finalmente entrei numa prancha, percebi rapidamente que não era apenas um desporto. Era uma forma diferente de viver.
O surf ensinou-me que nem tudo pode ser controlado. Aprendes a esperar, a observar, a respeitar o ritmo do mar e a aceitar que há dias em que simplesmente não acontece. Curiosamente, são esses dias que acabam por ensinar mais. Com o tempo deixei de procurar apenas as melhores ondas e comecei a valorizar tudo o que acontece à volta delas: acordar cedo, o silêncio da praia antes de toda a gente chegar, as conversas depois da sessão e a sensação de voltar para casa cansado, mas com a cabeça completamente limpa.
Hoje, quando viajo, procuro muito mais do que um bom swell. Gosto de descobrir lugares com identidade, conhecer pessoas, experimentar comida local e sentir que cada destino tem uma história para contar. O surf acabou por ser apenas o ponto de partida para explorar o mundo de uma forma mais lenta e consciente.
Estar dentro de água continua a ser um dos poucos momentos em que consigo desligar completamente. Não há notificações, horários ou distrações. Existe apenas o som do mar, o movimento das ondas e a necessidade de estar presente. É um equilíbrio difícil de explicar, mas muito fácil de sentir.
Se há algo que o surf me deu, foi a capacidade de apreciar as coisas simples. Uma boa sessão nem sempre é aquela com as maiores ondas. Muitas vezes basta um mar divertido, boa companhia e tempo para ficar na água sem olhar para o relógio. No final, é isso que levo comigo. Não são apenas as ondas que recordo, mas todos os momentos que aconteceram entre elas.
From the inside, how do you see Deeply’s project and its evolution?
O mar sempre fez parte da minha vida. Cresci perto da costa e, desde pequeno, habituado a passar mais tempo descalço na areia do que em qualquer outro sítio. Antes de aprender a surfar, já passava horas a observar as ondas, a tentar perceber o oceano e a imaginar como seria fazer parte daquele cenário. Quando finalmente entrei numa prancha, percebi rapidamente que não era apenas um desporto. Era uma forma diferente de viver.
O surf ensinou-me que nem tudo pode ser controlado. Aprendes a esperar, a observar, a respeitar o ritmo do mar e a aceitar que há dias em que simplesmente não acontece. Curiosamente, são esses dias que acabam por ensinar mais. Com o tempo deixei de procurar apenas as melhores ondas e comecei a valorizar tudo o que acontece à volta delas: acordar cedo, o silêncio da praia antes de toda a gente chegar, as conversas depois da sessão e a sensação de voltar para casa cansado, mas com a cabeça completamente limpa.
Hoje, quando viajo, procuro muito mais do que um bom swell. Gosto de descobrir lugares com identidade, conhecer pessoas, experimentar comida local e sentir que cada destino tem uma história para contar. O surf acabou por ser apenas o ponto de partida para explorar o mundo de uma forma mais lenta e consciente.
Estar dentro de água continua a ser um dos poucos momentos em que consigo desligar completamente. Não há notificações, horários ou distrações. Existe apenas o som do mar, o movimento das ondas e a necessidade de estar presente. É um equilíbrio difícil de explicar, mas muito fácil de sentir.
Se há algo que o surf me deu, foi a capacidade de apreciar as coisas simples. Uma boa sessão nem sempre é aquela com as maiores ondas. Muitas vezes basta um mar divertido, boa companhia e tempo para ficar na água sem olhar para o relógio. No final, é isso que levo comigo. Não são apenas as ondas que recordo, mas todos os momentos que aconteceram entre elas.
What motivates you the most in your day-to-day life as an athlete?
O mar sempre fez parte da minha vida. Cresci perto da costa e, desde pequeno, habituado a passar mais tempo descalço na areia do que em qualquer outro sítio. Antes de aprender a surfar, já passava horas a observar as ondas, a tentar perceber o oceano e a imaginar como seria fazer parte daquele cenário. Quando finalmente entrei numa prancha, percebi rapidamente que não era apenas um desporto. Era uma forma diferente de viver.
O surf ensinou-me que nem tudo pode ser controlado. Aprendes a esperar, a observar, a respeitar o ritmo do mar e a aceitar que há dias em que simplesmente não acontece. Curiosamente, são esses dias que acabam por ensinar mais. Com o tempo deixei de procurar apenas as melhores ondas e comecei a valorizar tudo o que acontece à volta delas: acordar cedo, o silêncio da praia antes de toda a gente chegar, as conversas depois da sessão e a sensação de voltar para casa cansado, mas com a cabeça completamente limpa.
Hoje, quando viajo, procuro muito mais do que um bom swell. Gosto de descobrir lugares com identidade, conhecer pessoas, experimentar comida local e sentir que cada destino tem uma história para contar. O surf acabou por ser apenas o ponto de partida para explorar o mundo de uma forma mais lenta e consciente.
Estar dentro de água continua a ser um dos poucos momentos em que consigo desligar completamente. Não há notificações, horários ou distrações. Existe apenas o som do mar, o movimento das ondas e a necessidade de estar presente. É um equilíbrio difícil de explicar, mas muito fácil de sentir.
Se há algo que o surf me deu, foi a capacidade de apreciar as coisas simples. Uma boa sessão nem sempre é aquela com as maiores ondas. Muitas vezes basta um mar divertido, boa companhia e tempo para ficar na água sem olhar para o relógio. No final, é isso que levo comigo. Não são apenas as ondas que recordo, mas todos os momentos que aconteceram entre elas.